Acordei assustada, suando, me levantei ofegante, fui até o banheiro, lavando o rosto...
Por que esses sonhos sempre me atacam? Droga!
Sequei o rosto, ainda um pouco ofegante...
Voltei para o quarto, olhando as horas no relógio na minha escrivaninha, 05h da manhã.
Passei as mãos pelos cabelos, respirei fundo e me deitei, peguei meu celular e tinha uma mensagem do Ross.
"Niina, tive um pesadelo com você... :( to com saudades...”
“Também Ross... Não tem como você vir pra cá?”
“Tem sim... Seus pais não vão achar ruim?”
“Lilly vive mandando o Riker vir pra cá no meio da noite... Eu uso esse argumento caso eles reclamem! E não vamos fazer nada demais...”
“Hahahaha, dois minutos ok?”
“Ok”.
Levantei correndo, peguei minha chave e desci na ponta dos pés...
Ele deu uma batidinha de leve e abri a porta, nem o vi direito, o abracei e ele me selou.
- Eu já estava com saudades... - ele sorriu.
- Ah é? - sorri sapeca. - E quanto ao pesadelo?
- Ah... Nem me lembre... - ele me selou.
- Por que? - perguntei confusa, ok, era um pesadelo, mas por que ele não queria lembrar?
- Quer mesmo que eu conte? - assenti. - Ok... - ele me puxou para sentarmos no sofá. - Eu... - ele engoliu seco. - Nós fomos numa balada comemorar o Natal... E você sumiu... Quando eu estava te procurando, uma mulher me atacou, ela parecia a Brittany... Enfim... Ela me beijou e... Você apareceu... Claro que você não acreditou em mim, tudo estava contra mim... Você saiu correndo, chorando, eu fui atrás de você... Mas... - seus olhos marejaram. - Você saiu correndo da balada e quando foi atravessar a rua... - uma lágrimas escorreu. - Você foi atropelada e te levaram pro hospital, mas você não aguentou... - ele soluçava e falava rápido.
- Ei calma... Nada disso vai acontecer ok? - o abracei. - Nós estamos juntos não estamos? - segurei seu rosto secando as lágrimas. - Nada... Tá me ouvindo? Nada vai nos separar!
Ouvi passos no andar de cima, puxei Ross para a cozinha, tive que segurar a risada, tropecei num sapato, o meu, por isso minha mãe manda eu colocar meus sapatos no lugar...
- Niina? - ouvi a voz da minha mãe. - Eu ouvi sua voz filha! - gelei.
Peguei um copo e coloquei um pouco d’água.
- Desculpa mãe... Eu vim beber água e tropecei no meu sapato.
- Eu ouvi a voz de um garoto! - minha mãe me olhou desconfiada.
- An? - me fiz de desentendida. - Deve ser a Lilly assistindo algum filme ou algo assim... - dei de ombro bebendo o conteúdo do copo com indiferença.
- Hm... - ela olhava por cima dos meus ombros, diretamente para a cozinha.
- O que foi mãe?
- Hm... - ela sorriu. - Eu vou beber água... Boa noite filha. - ela entrou na cozinha.
NÃO! MERDA! DROGA!
Ela se virou e me encarou desconfiada.
- Me dê seu copo Niina! Pode subir! Boa noite!
- Boa noite mãe! - sorri amarelo e subi.
Cadê o Ross?
Ouvi algo batendo na minha janela, era umas pedrinhas, algo me disse para ir olhar, era Ross, se abraçando, para fazer o frio passar.
Abri a janela rindo, ele subiu correndo, provavelmente congelando de frio.
- Tá muito frio! - ele me selou, estremeci com a junção de nossos lábios, os meus quentes e os dele gelados.
- Desculpe... - sorri. - Por onde você saiu?
- Porta dos fundos.
- Não estava trancada não? - ele girou a chave na mão.
- Estava na bancada.
- Nem te vi saindo... Quando minha mãe entrou na cozinha eu quase tive um treco.
- Estamos bem... E sozinhos... - ele sorriu malicioso. Bati em seu braço e ri de leve.
- Não Ross! Estamos na casa dos meus pais!
- Mas ontem fizemos na casa dos meus pais.
- Eles não estavam em casa.
- Os seus pais estão dormindo!
- Meu pai tem um sono leve e minha mãe deve estar voltando pra cama agora.
- Esperamos um tempinho.
- Eu vou dormir!
- Eu não deixo.
- Lilly dorme aqui ao lado ok?
- Duvido que você não ouve ela e o Riker... - ele me puxou pela cintura, arfei.
- Não... - ele afastou meu cabelo, começando a beijar toda a extensão do meu pescoço. - Ross... - minha voz já era falha.
- Vamos Niina... - ele disse colocando suas mãos em minhas coxas.
- Não... É sério... - pedi tentando me afastar, mas admito, já estava quase deixando.
- Você não sabe como eu fico maluco só de ouvir sua voz assim, rouca...
- Cala a boca seu idiota! - eu disse e lasquei um beijo, dos quentes.
Sua língua brincava com a minha, elas dançavam perfeitamente juntas.
Tirei sua camiseta, ele deu um sorriso satisfeito entre o beijo.
Suas mãos corriam por todo o meu corpo, tive que separar nossos lábios para respirar, os lábios do Ross estavam vermelhos, deliciosamente vermelhos, tive que morder seu lábio de baixo.
- Ross... Não podemos ok? - acariciei sua nuca com as unhas. - Não é legal, não fui criada assim tá?
- Hunf... - ele soprou. - Ok... Mas você está me devendo essa ok?
- Quando não tiver adultos por perto e nem ninguém ok?
- Tá sua chata... - ele me beijou.
- Ok... Eu sou chata mesmo ok? - o beijei.
- Adoro esse seu jeitinho perfeitinha sabia?
- Ah é? - ele me puxou para mais perto. - Adoro seu jeito de ser idiota! - ri e me soltei dele. - Seguinte meu amor, é domingo...
- Sábado!
- Domingo! São seis da manhã! - ele riu. - Enfim... Eu to morta de sono... - o puxei para cama. - Boa noite mozin.
- Mozin? - ele indagou rindo.
- Sim mozin! - sorri. - Faz um favor? Tranca a porta!
Ele revirou os olhos e foi até a porta, logo a trancando.
- Você é muito folgada sabia? - ele me beijou.
- Sabia sim mor... - sorri e me virei.
- Que ousadia é essa menina? Vai mesmo deixar essa bunda do tamanho da lua na minha frente o resto da manhã? E depois quer que eu me controle... - ele suspirou.
- Larga de ser chato! - eu disse no meio dos travesseiros.
- Niina?
- Tá! - virei rindo dele, idiota.
- Onde eu fui arrumar um namorado tão idiota? - perguntei pro vento.
Ele não disse nada, só me abraçou e eu me ajeitei em seus braços.
- Te amo baixinha.
- Olha o bullying Ross!
- Eu tentando ser fofo e a menina corta o meu barato!
- Af, desculpa! Também te amo altão! - dei um selinho nele e deitei.
Fiquei fazendo desenhos em seu peito até dormir, o que não demorou muito.
Acordei com o cheiro do almoço, meu estômago reclamou de fome.
Me mexi, procurando Ross na minha cama, nada.
Olhei para a escrivaninha, tinha um bilhetinho ali.
"Desculpe baixinha, quando deu 8h eu fiquei preocupado em sua mãe nos pegar e tal... Eu to em casa ok? Depois da uma passada aqui... Janta comigo hoje?"
Peguei o celular e mandei um "sim" pra ele, peguei meu chinelo e desci.
- Bom dia família! - eu disse sorrindo.
- Que bicho te mordeu Niina? - meu pai indagou me olhando estranho.
- Nenhum papai! - beijei sua bochecha. - Eu estou feliz ué, não se pode mais?
- Pode... Claro que pode... - ele sorriu. - Gosto de te ver assim... Já sua irmã...
Ela estava com cara de sono, quase enfiando a cara no prato.
- LILLY! - gritei em seu ouvido.
- SUA PU... - ela se calou, lembrando que nossos pais estavam ali. - Chata!
- Vai na casa dos Lynch?
- Não sei... Não falo com Riker desde ontem...
- Ok... Vamos? Faz uma surpresa pra ele.
- Ele não gosta de surpresas. - ela sorriu triste.
- Se ele não gostar dessa, meu amor, chuta o saco dele. - ela riu e minha mãe também.
- Também não é assim né Niina? É que os meninos gostam de estar no controle de tudo. - meu pai explicou.
- Ra! As meninas também podem estar no controle as vezes!
- Hm... - ok, meu pai não concorda.
- Enfim... Vamos comendo logo meninas! - minha mãe apontou para os pratos. - Já que as meninas tem compromisso hoje a tarde amor... - minha mãe sorriu angelical para meu pai. - Você terá que ir comigo na consulta de hoje!
Meu pai fez a maior cara de tédio, Lilly até deixou seu mau humor de lado e riu.
Comi rapidinho, subi e me troquei, Lilly estava no celular todo sorrisos.
@NiinaSmith "Quem muito pensa, pouco age. #PartiuCasaDosLynch".
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- Riker está pedindo pra você me levar junto.
- Meu amor, você já ia! - sorri e ela riu.
Ela já estava pronta, obviamente eu já havia a convencido de ir junto.
Fomos andando, Lilly foi o caminho todo falando sobre ontem, falando sobre todos terem zoado eu e Ross e blá blá blá.
- Mas e ai... O que você acha sobre essa tal Ally?
- Ally?
- É, que faz par com o Austin.
- Austin?
- Porra Niina! São os personagens!
- Ahhhhh saquei. - ri. - Acho nada não... Só espero que ela não de em cima do Ross, tentarei ser amiga dela...
- Hm... Você é tão chata! Por que diabos você é tão perfeita?
- Não sou perfeita, mas como eu não quero que Ross seja ciumento, eu também não sou.
- Meu, se Riker fizesse par com alguém em Glee, eu ia ficar em cima dele, toda hora perguntando sobre a tal...
- Mas você ia querer que ele ficasse assim com você?
- Não...
- Então não faça o mesmo com ele! Deixe ele ser livre, não seja tão ciumenta! Meninos odeiam isso! Eles querem namorar, porém, tem medo dessas coisas sacou?
- Desde quando você ficou tão inteligente?
Bati nela.
- Idiota! - dei a língua.
- VÃO FICAR AI SE BATENDO OU VÃO ME ABRAÇAR? - ouvi a voz da Rydel longe.
Corri para abraçá-la, Lilly fez o mesmo, acabamos caindo no que era pra ser a grama, agora estava cheia de neve.
- AI QUE FRIO! - gritamos nos levantando rapidamente.
- Ok, eu estou bem! - eu disse tirando a neve do meu casaco. - Meu que frio!
- Muito! - Rydel riu. - Entrem logo! - entramos correndo, atropelamos os meninos, mas entramos correndo.
- Atropela mesmo! - Riker disse sarcástico.
- Atropelo mesmo! Tá um puta dum frio! - eu disse me abraçando.
- Oi pequena. - Ross beijou minha cabeça.
- Oi mozin. - dei um selinho nele.
- Que fofinhos. - Rydel disse sarcástica.
- Fofinhos nada! É só na frente de vocês mesmo. - ele disse.
- Que nada, eu te chamo de mozin quando eu quero algo. - sorri falsa.
- E o que você quer agora?
- Um cobertor, por que a querida da sua irmã me jogou na neve.
- Vem cá. - ele me puxou.
- Eu disse cobertor, não abraço. - revirei os olhos.
- Sobe e pega ué.
- A casa é sua mozin.
- Para com essa de mozin.
- CHEGA VOCÊS DOIS! - Rocky gritou. - Oh casal chato!
- Chato nada! Se você tá sentindo saudades da Maluh não é culpa minha! - sorri falsa. - E mozin, eu vou pegar mesmo uma coberta lá em cima. - sorri o beijando.
Subi correndo, logo entrando em seu quarto, que diferente de muitos meninos, era arrumado, apesar de algumas cuecas no chão.
Seu violão na cama me chamou atenção, ele devia estar escrevendo.
Me aproximei, tinhas umas folhas ali, "One Last Dance"...
- Niina? - larguei as folhas rapidamente. - Pegou o cobertor?
Ri de leve, neguei.
- Toma aqui, vamos.
- Podemos ficar aqui? - perguntei com voz de bebe.
- Por que?
- Por que sim... Eu quero ficar mais com você...
- Ok... - ele tirou as folhas e o violão da cama. - Quer fazer o que?
- Ficar perto de você... - deitei. - Você não sabe a saudade que eu tive...
- Então me conta.
- Não... - sorri fraco.
- Por favor...
- Tá... - revirei os olhos. - Eu chorei... Muito... Não vou mentir... Pergunta pra Lilly, quando víamos filmes românticos e tal, eu quase infartava de tanto chorar, por que tudo me lembrava você...
- Me desculpa...
- Não se desculpe... Tudo é uma fase... - sorri o beijando. - Essa fase foi uma ruim... Terá muuuuitas fases boas. - sorri o beijando.
Coloquei minha mão em sua nuca, juntei nossos lábios, iniciando um beijo quente.
Suas mãos correram para minhas coxas, me fazendo arfar.
- Mas o que era aquelas folhas?
- Uma música... - ele me beijou.
- Sério? Achei que estivesse perto do violão por que era um poema! - revirei os olhos.
- Poderia ser ué.
- Para de me enrolar! - eu disse seria.
- Era uma música qualquer Niina! - ele me beijou.
- Tá...
Ficamos quietos por um tempo, apenas absorvendo tudo... Eu havia sofrido... Ele aparentemente também...
Fechei os olhos, inspirando o máximo do perfume dele, guardando no fundo do meu cérebro, pra sempre me lembrar.
(...)
Acordei com o sol na minha cara, tapei minha cabeça com as cobertas, ouvi alguém bater na porta desesperadamente.
- ACORDA NIINA! É NATAL! - Lilly gritava igual a uma criança.
Dei uma risadinha e levantei.
Lilly sempre foi tão criança com o Natal...
Fui tomar um banho e coloquei um moletom, desci correndo, minha mãe estava tirando cookies do forno, sorri, é uma mania dela.
Dei um beijo nela e em meu pai, me sentei e peguei um copo logo o enchendo com leite e chocolate, Lill estava na sala gritando.
@NiinaSmith "Então é Natal... Uma época tão linda... Feliz natal a todos!"
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- OLHA QUE CAIXAS LINDAS! - ela apareceu no balcão que dá para a sala. - Olha Niina! - ela levantou a caixa. Só assenti rindo.
Eu nunca fui de presentes, a única coisa que eu sempre pedia aos meus pais já aconteceu, eles voltassem a ficar juntos.
Tomei meu achocolatado, comi umas torradas e me juntei a Lilly.
- DEIXEM ALGUNS PARA A NOITE MENINAS! - meu pai gritou.
- Aqui tem presente de todos os nossos tios e primos. - Lilly disse abrindo uma caixa.
- Tem?
- Tem... Até a tia Martha mandou presente.
- Claro né? Mandamos o convite pra ela, seria feio ela não mandar presentes!
Abri alguns, um MacBook novo, umas roupas e uns livros.
Fiz lembretes mentais de agradecer aos meus tios pelos presentes.
Voltei para meu quarto, pegando meu celular e ligando para Ross, que já havia me ligado três vezes.
- FELIZ NATAL! - gritei logo rindo.
- Feliz natal pequena. - sorri. - Você não vai mesmo passar aqui?
- Não sei amor... Provavelmente meus tios vão embora logo, só tenho medo dos meus primos, que adoram enrolar.
- Dá um sumiço rapidinho e vem aqui me dar um beijo.
- Tá seu cocô! Eu vou.
- Também te amo.
- Tá, tá... - revirei os olhos. - Deseja feliz natal pra todo mundo ai, manda beijo e tal...
- Mas você vai vir...
- Tá...
- VEM NIINA!
- Vou desligar amor, minha mãe já tá me chamando.
- Tá, dá feliz natal a todos ai beijo.
- Beijo.
Larguei o celular e desci novamente.
Passei o dia ajudando minha mãe nos cookies, bolos e etc... Foi divertido, Lilly já foi avisando que as 23h nos íamos na casa dos Lynch, minha mãe torceu o nariz, mas fazer o que né?
- Mãezinha linda, eu vou tomar um banho rapidinho tá? Beijo. - subi correndo, Lilly veio logo atrás mandando eu esperar, mas eu corri mais, o que me fez cansar.
- Niina tu é surda?
- Não... O que tu quer?
- Saber se você vai mesmo nos Lynch.
- Vou ué.
- Tá... Tchau.
Ri negando com a cabeça, me joguei na minha cama, essa pequena corridinha me deixou extremamente cansada.
Tranquei minha porta e fui pro banho, em uma hora exata eu estava pronta, dei uma última checada e desci.
- Olá! - minha mãe dizia sorrindo.
- Niina! Olha como você está grande! - minha tia apertou minhas bochechas.
Dei um sorriso falso, odeio que apertem minhas bochechas.
Quase respondi “é, e você pros lados né amor?”.
- Oi tia. - abracei várias pessoas.
- NIINA! - ouvi uma voz de bebê gritar.
- Laurinha! - a peguei no colo. Ela me abraçou apertado.
- Eu tava com sadade Niina!
- Eu também Laura! Ai meu amor... - ela se pendurou no meu pescoço. - Oi Enzo. - beijei sua bochecha.
Abracei alguns primos, muitos deles já estavam virando homens, olha, eu conheci esses meninos quando eram molequinhos! Nós brincávamos juntos!
Abracei forte minhas avós, meus avôs já estavam se socializando, algumas tias chatas fofocando, botando defeito em tudo, primas que eu não gosto e primas que eu amo, por todo o lado.
As horas foram se passando que eu nem vi, quando Lilly avisou já ser 23h me assustei, coloquei a Laurinha no chão, prometendo que já voltava.
Fomos de carro por três simples fatos:
Está frio;
Estamos de salto;
E tem as lembrancinhas dos Lynch.
Quando chegamos, a porta foi aberta pela tia Stormie, que nos esmagou num abraçou, dizendo “feliz natal”.
Cumprimentamos todos, entregando as lembrancinhas, Ross me encheu de beijos e logo depois disse que ia me roubar por um minuto.
- O que foi amor?
- Eu estava com saudade... Vou te dar dois presentes de natal...
- Não preci... - ele me beijou antes de eu terminar a frase.
Uma de suas mãos foi direto para minha cintura e a outra para minha coxa, automaticamente levei minha mão a sua nuca, arranhando de leve.
Ele abriu a porta de seu quarto, logo trancando a porta, entendi seu presente.
Sorri maliciosa e ele riu.
Suas mãos foram logo para a barra da minha saia que provavelmente esta o atrapalhando, mas antes tirei sua camiseta, exibindo aquela barriga perfeita, arranhei de leve e ele se arrepiou, ri e ele arrancou meu top, levando seus lábios meio frios até meu pescoço, fazendo uma trilha gelada até minha barriga, onde estava o cós da saia, que ele logo se livrou, me deixando de lingerie.
Levei minhas mãos até o cós de sua calça, tirando seu cinto e me livrando daqueles pedaços de pano desnecessário.
Suas mãos foram a minha coxa, acabamos caindo na cama, ele levou uma de suas mãos sedentas até meus seios, os apertando, arfei.
- Ah... Ross... - fechei os olhos fortemente, ele beijava todo o meu busto, nunca chegando a onde eu realmente gostaria que ele chegasse.
Uma de suas mãos procurava o fecho do meu sutiã, logo tem êxito, descobrindo meus seios.
Ele levou sua boca até o direito, dando leves mordidinhas, revirava os olhos a cada onda de prazer que ele me proporcionava.
Ele me olhou, os olhos transbordando de desejo e luxuria, o puxei para um beijo urgente, levei minhas mãos até sua cueca, logo me livrando daquele pano, ele sorriu entre o beijo, levando uma de suas mãos até a minha última peça intima, seus dedos percorriam toda a extensão interna da minha coxa, logo invadindo minha calcinha.
- Molhadinha... - ele sorriu.
Seus dedos ágeis me estimulando, fazendo com que sons inteligíveis saíssem da minha boca.
- Ross... - mordi meu lábio.
Ele logo colocou dois dedos dentro de mim, me fazendo puxar os lençóis e morder fortemente os lábios, comprimindo um gemido alto, logo ele deu uma pincelada em minha entrada, com sua língua, o que me trouxe uma onda de prazer, me fazer gemer alto, eu disse algo como “an... Isso...”.
Quando eu estava quase chegando em meu ápice, ele diminuiu a velocidade dos dedos, me torturando.
- Ross... Não faz isso... An... - eu segurava os lençóis e mordia os lábios, para não fazer muito barulho.
Não aguentei muito mais, logo gozando, ele sorriu e voltou a me beijar.
Girei nossas posições, ficando por cima, levei minhas mãos até seu membro, vi ele estremecer, comecei com movimentos de vai e vem lentos, para tortura-lo mesmo.
Passei a língua de leve em sua cabecinha, intercalando de rápido a devagar, fui o torturando com meus movimentos em seu membro, ou só ouvia ele gemer e dizer meu nome, o que me deixava louca.
Logo ele chegou ao seu ápice, sorri e ele logo voltou a tomar as rédeas, por que sinceramente eu ainda não estava preparada para isso.
Ele me beijou, se encaixando em mim, ele só colocou a cabecinha, me torturando.
- Chega... Chega de tortura... - minha voz era rouca.
- Assim que é legal... - ele entrou mais um pouco, ele ficou nessa de entrar de pouco em pouco por um tempo, até eu unhar suas costas, pedindo por mais, o empurrando para dentro de mim.
Fui tomada pelo prazer e gemi alto, já não me importando com os adultos no andar de baixo.
Cada vez seus movimentos eram mais rápidos, a cama rangia e batia contra a parede, esse pensamento me fez dar uma risadinha.
- Eu te amo... - ele me beijou. - Te amo tanto Niina...
- Eu também te amo Ross... Você não... Você não sabe o quanto... - nosso beijo ficou mais quente, e ele diminuiu a velocidade.
Logo chegamos ao nosso ápice, juntos, ele caiu ao meu lado, me puxando para perto, me abraçando pela cintura.
- Eu te amo Niina...
- Eu também te amo Ross... - me virei de frente para ele.
- Posso te fazer uma pergunta?
Assenti.
- Namora comigo?
Abri a boca em pura surpresa, ELE ACABOU DE ME PEDIR EM NAMORO?
Ele se esticou até a escrivaninha, abrindo a gaveta, retirando dali uma caixinha linda.
- E então...? - ele perguntou abrindo a caixinha.
- Você ainda pergunta? - sorri o beijando.
Ele pegou minha mão e colocou o delicado anel.
- Eu te amo, te amo, te amo... - ele me beijou.
- Eu também. - sorri.
Ficamos mais uns minutinhos deitados, abraçados, sem pensar em mais nada que não fosse nós dois juntos.
@NiinaSmith "As vezes a pessoa certa entra em nossas vidas na hora errada - Querido John"
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Acabamos descendo logo, por que eu e Lilly ainda tínhamos que voltar para casa.
Descemos e encontramos Maluh, agarrada ao Rocky, ela me abraçou e desejou feliz natal.
- Lilly, temos que ir.
- Já? - ela fez bico.
- Sim Lilly, mamãe disse pra voltarmos antes da meia noite.
- Ok.
Me despedi de todos, deixando Ross por último, dei muitos beijos nele, Lilly ficou na porta reclamando, tia Stormie disse “deixa eles” eu ri e fui embora.
Quando cheguei foi atacada novamente pelos meus priminhos lindos.
Fomos pra sala de jantar, ouvimos mil e uma histórias constrangedoras de quando éramos uns pitocos de gente... Coisa que nem eu lembrava mais!
Apesar de tudo, esse foi o melhor ano da minha vida.



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