sexta-feira, 29 de maio de 2015

Capitulo 31 - He not sufrer anymore...

Fiquei olhando o menino a minha frente... Como assim? Não... Só posso estar tento ilusões...
- Niina? Tá tudo bem? - ele passou a mão na minha frente.
- Ross...? - perguntei com os olhos marejados e a voz embargada.
- Sim... Ué, quem mais seria?
Sem pensar o abracei, mas não um abraço normal, um abraço apertado, quente e cheio de saudade.
- O que... Por que? Como... Você... Meu Deus! - eu o soltei.
- Terminamos os episódios antes, então fui liberado antes.
Não o respondi, apenas o puxei para um beijo quente, com muita pressa, muita pressa daquilo acontecer logo.
Tivemos que nos separar para respirar, ou morríamos.
- Posso? - ele abaixou e pegou o pincel.
Assenti, sorrindo.
- Algum desenho específico? - ele perguntou mergulhando o pincel no rosa.
- Rosa? - arqueei uma sobrancelha.
- Sua cor favorita ué.
- Verdade... - ri. - Não faça nenhum desenho...
- Hm... - ele pensou um pouco e começou a pintar minha blusa.
Fechei os olhos, deixando que ele terminasse seu trabalho.
Senti o pincel ficar mais suave e sua respiração perto da minha barriga.
Num súbito susto, prendi o ar, suas mãos foram a minha cintura, deixando o pincel novamente, cair no chão.
Ross se levantou, ficando maior que eu, sua respiração batia contra a minha, levei meus braços a seu pescoço, e ali comecei a fazer um carinho lento.
Seus lábios entraram em contato com os meus, num rápido selinho.
Fechei os olhos fortemente, apertei os pelinhos de sua nuca e me impulsionei para cima, ficando em seu colo.
- Quanto fogo...
- Muita saudade... - sorri. - Vamos pra algum lugar.
- Meu carro?
Assenti rapidamente, desci de seu colo, não nos despedimos de ninguém e corremos pra fora.
O vento frio ricocheteou meu corpo quente, me fazendo, por extinto, me aproximar de Ross.
Demos risada e continuamos andando rápido.
Chegamos a seu carro, mas ele ainda estava procurando, nos bolsos da calça, a chave do carro.
- Vai Ross, tá frio.
- Eu sei, eu sei... - ele continuava procurando o objeto enquanto eu quase congelava.
Me soltei dele e o ajudei a procurar, claro, não ajudando muito, por que seu bolso estava uma grande bagunça.
- Onde tá a merda da chave? - ele estava ficando desesperado, e eu também.
- Ross, calma, onde você a deixou antes de entrar? - o questionei segurando seus braços.
- Ahn... - ele olhou para cima pensando. - Puta que pariu... - ele arregalou os olhos.
- Que foi? - perguntei curiosa.
- Está no porta-malas.
- Oi?
- É, eu fui guardar umas coisas, acabei deixando a chave em cima da mala e o fechei... Sem pegar a merda da chave!
- Não acredito! Ross como você pode ser tão...?
- Caralho Niina, eu já estou me culpando o suficiente! Não enche! Eu também sou humano, também erro! Porra! - ele me cortou nervoso.
Me senti magoada, ok, eu exagerei... Mas poxa... Me sentei no meio fio, ignorando o vento gelado e o frio que estava o chão.
Respirei fundo, segurando as lágrimas, TPM, só pode.
Olhei para os lados, ele ainda estava xingando o vento, ainda muito bravo, me levantei e fui para porta da pub, pra pegar minhas coisas e pedir pra alguém me levar pra casa, aquela noite já tinha dado pra mim.
Ross não me seguiu, menos mal.
Encontrei Rydel rindo com Rattflif, hmmmm isso vai dar em algo.
- Ry, já vou embora tá?
- Já? Por que? - ela fez bico.
- Por que sim...
- Você já viu o...
- O Ross? - ela assentiu. - Já sim, depois te conto tá? Me empresta seu carro?
- Sim, beijos, cuidado!
- Ok, beijo. - beijei sua bochecha e peguei minhas coisas, novamente saindo da boate.
O carro da Rydel não estava tão longe, mas ainda teria que passar pelo Ross.
- Onde você estava?
- Fui pegar minhas coisas. - disse grossa.
- Por que você veio com uma roupa tão curta? - ele olhou para as roupas em minha mão.
- Por que eu quis. - novamente, fui grossa.
- Ah é? E se um garoto qualquer dá em cima de você?
- E você acha que não aconteceu Ross?
Ele ficou quieto, provavelmente pela cabeça dele se passou mil coisas.
- Mas não, eu não quis ficar com nenhum deles, por que nenhum deles era você, nenhum deles era o babaca que eu amo, o idiota que faz de tudo pra eu sorrir, nenhum deles, eu amava. - segurei as lágrimas, porra de TPM.
- Desculpa tá Niina...?
- Olha Ross, eu só te desculpo por que te amo, muito, mas desculpas não concerta tudo tá?
Ele assentiu e me puxou pela cintura.
- Eu te amo mais baixinha. - sorri fraco e o beijei.
Entramos no carro, eu fui dirigindo, por estar menos cansada, quer dizer, sei lá.
Chegamos rápido na minha casa, entramos em silêncio e subimos para meu quarto, nem deu tempo de pensar e o telefone tocou.
- Alô?
- Filha?
- Oi mãe... O que foi?
- Niina, por favor, venham pro hospital?! - sua voz estavam embargada.
- O que aconteceu?
- Não sei meu amor, só vem, liga pra sua irmã.
- Ok, vou ligar, já estamos indo!
- Ok, beijo.
Desliguei a chamada e disquei o número da Lilly.
- Amor, fala pra Lilly vir pra casa, precisamos ir pro hospital, por favor. - eu disse rápido para Ross.
Ele pegou o telefone e sentou na minha cama, ouvi apenas algumas palavras, mas não prestei muita atenção, por que eu estava colocando uma roupa mais quente, e prendendo o cabelo.
- Ela já está vindo. - ele segurou meus pulsos. - Se acalma, fazer tudo correndo, não adianta de nada.
Respirei fundo, fechando meus olhos.
- Eu sei... Acho melhor você ligar pra sua mãe, sei lá.
- Ok.
- Tem roupa sua na última gaveta ali. - apontei para uma parte do meu guarda-roupa.
Me dirigi ao quarto da Lilly, peguei um moletom pra ela e tênis e deixei na sala, ouvi a buzina, nossa, rápidos.
Abri a porta e ela voou para dentro.
- O que aconteceu? - ela perguntou pegando a roupa e indo ao banheiro.
Fui atrás dela.
- Oi Riker. - sorri. - Bem, mamãe não disse, só mandou irmos pra lá. - eu disse na porta.
- Ok. - ela destrancou a porta. - Vamos?
Assenti.
Peguei meu celular e a chave de casa, tranquei tudo e corri para o carro.
Riker foi dirigindo, de cinco em cinco minutos eu olhava o celular, vendo a hora e se tinha alguma mensagem da minha mãe.
A cada segundo que íamos chegando mais perto do hospital, meu coração ia se apertando mais, minha garganta fechava, as lágrimas teimavam em cair.
Riker estacionou, pulei do carro e fui voando ao andar onde eu já sabia que Lucas estava.
Encontrei minha mãe em prantos e meu pai tentando consola-la, mas não ajudando muito, por que também chorava à beça.
Apenas me ajoelhei ao lado deles, os abraçando.
- Niina... - meu pai sussurrou.
- Não precisa dizer nada... Eu já sei... - suspirei, tentando ser forte, por eles.
- Por que Niina? Me explica? Por que o Lucas? Ele era tão pequeno...
- Eu sei mãe... Eu sei... - sentei do seu lado, meu pai se levantou e foi ao banheiro.
Lilly apareceu no fim do corredor, com os meninos atrás.
Ela correu até nós, com os olhos transbordando.
- Mamãe, seja forte! - nos abramos. - Lucas estará lá em cima, olhando para nós, cuidando de nós.
Minha mãe assentiu e nos abraçou.
- Eu amo vocês... - ela beijou a testa de cada uma. - Ele não sofrerá mais né?
- Sim mãe. - nos abraçamos, todos, minha mãe, eu, Lilly, Riker e Ross.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Capítulo 30 - Pub.

Acordei com meu celular vibrando na cabeceira da cama.
"BOM DIA SUAS PUTAS!!!! Borá trabalhar? Não brincadeira Hahahahahahaha, BOM DIA VACAS DA MINHA VIDA <3 borá shopping? (Agora sim) ~Rydel"
"Sonooooooooo do cacete! Mas borá lá! ~Maluh"
"Mano... To com tanto sono... Zzzzzz Rydel, delicia, vou deixar o Pedro ai na sua casa?? ~Niina"
"Sim, sim!!! Os meninos estão com saudades de jogar futebol com o Pedrinho!! ~Rydel"
"Agora sei por que meu filho volta todo roxo da sua casa... ~Niina"
"Sobrando no assunto... ~Maluh"
"Ai, nem vai Niina... Só um pouco... ~Rydel"
"Uhum... Enfim, vou lá me trocar meninas, beijo ~Niina"
Travei o celular e pulei da cama, me espreguicei e fui acordar a Lilly, que estava morta dentro do quarto só pode.
- VAMOS LINDSEY!!! ACORDE!!!
- NÃO ME CHAME DE LINDSEY SUA PUTA! - ela jogou algo na porta.
Dei risada dela e corri para meu quarto, peguei Pedro no colo, ele fez festa, sabendo que ia tomar banho.
Dei banho nele e depois o deixei brincando com os patinhos, cachorrinhos e etc, enquanto eu tomava banho.
Desliguei o chuveiro e ele começou a chorar.
- Que foi? - o peguei no colo, ele apontou para o registro. - Não meu amor, vamos!
- Nhaaaa!!! - ele gritou.
Revirei os olhos e abri um pouco a água, logo fechando, ele fez bico de choro e estava prestes a iniciar uma crise.
- Não! Pedro, você tem que aprender a ouvir não! Chega de água por hoje!
- Nhaaaa!! - ele começou a se debater.
Ignorei e continuei o levando para o quarto.
- Nhaaa! - ele continuou chorando e esperneando, e eu ignorando, se eu for levar a sério, nunca mais saio do chuveiro.
- Pedro! Chega! Você está muito chato esses dias! O que acontece hein? - suei seu nariz.
- Papai! Papa... - ele apontou para uma foto do Ross, que estava num mural perto da minha cama.
- Saudades do papai? - ele fez bico. - Eu também Pê... Mas logo logo ele volta ok?
- Papai... Pa... Pai... - ele tentava dizer e chorava ao mesmo tempo.
- Chega Pedro! - o coloquei no trocador, mesmo ele se debatendo e chorando, o troquei. - Pronto, doeu? - ele estava com o nariz vermelho e mole, de tanto chorar. - Quer assistir Peppa? - ele ficou quieto, nem fez festa como sempre fazia. - Você tá mal hein amorzinho?
O coloquei na minha cama, liguei o iPad na Peppa e fui me trocar.
Ele estava quietinho, não ouvi um pio enquanto procurava uma roupa.
Me troquei, prendi o cabelo e me dirigi ao banheiro, antes dando uma olhada no Pedro.
- O que eu faço com essa cara amassada? - perguntei a mim mesma.
Dei um jeito na minha cara e sai, Pedro estava com os olhos fixos na tela, me deu até dó de tirá-lo dali, já fiz tanta maldade com ele...
Arrumei a minha bolsa e a bolsa dele, coloquei tudo no carro, Lilly já estava na sala, jogada no sofá.
- Vamos fofa, levanta.
- Espera, vem cá. - ela me puxou para uma foto.
Tiramos varias fotos.
@LillySmith "Essa vaca gostosa aqui, é minha, minha irmã ❤ #TeAmoPuta #Sis ❤❤".
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Subi novamente, Pedro ainda estava entretido no desenho, tive que arrumar um jeito de segurá-lo e levar o iPad junto, sem deixar nenhum dos dois cair no chão.
Consegui, só me fudi um pouco na escada, mas Lilly me deu uma mãozinha.
Colocamos tudo no carro e fomos, fomos ouvindo música, baixinho, já que o Pedro estava assistindo a Peppa porca rosa, Lilly estacionou na frente da casa dos Lynch, deixei Pedro e a folgada da Rydel entrou no nossos carro, ela foi contando várias novidades, R5 está crescendo, Austin & Ally deu super certo, pelo visto, tudo está dando bem para os Lynch.
Fomos conversando o caminho inteiro, Lilly achou uma vaga no estacionamento, Maluh estava saindo de seu carro, que conhecidentemente estava do lado do nosso.
- MALUH! - gritei a abraçando.
- Meu Deus! Você sumiu vadia! - ela me abraçou forte. - Como eu consegui viver sem você? Me diz? eu precisava de alguém pra concordar comigo e eu não tinha, sabe por que? por que você me deixou!
- Não deixei! - bati em seu braço. - Apenas não tenho tempo nem pra mim... - fiz bico.
- Verdade a faculdade consome muito de nós. - ela concordou.
Demos os braços, umas nas outras e entramos no shopping.
Logo de cara, Lilly e Rydel quiseram entrar numa loja de sapatos, claro que eu e Maluh nem discutimos, por que apesar de não sermos fascinadas em sapatos, amamos compras!
Assim fomos, dez mil lojas, dez mil sacolas, cansadas, mas ainda andando.
Vimos roupas para hoje a noite, já que “todas as nossas roupas já foram usadas, e hoje a noite vai ser uma criança”.
Umas 17h, sentamos para comer, andamos mais um pouco, fofocamos muito mais e voltamos para nossas casas, marcamos de nos encontrar no pub as 21h em ponto.
@NiinaSmith "Amizade de verdade é quando você vai na casa da pessoa, e o wifi já conecta automaticamente @LillySmith @Rydelynch @MaluhMark #ComoEuAmoEssasLindas #AmorasDaMinhaVida ❤❤".
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Deixamos Rydel em sua casa, Pedro nem ligou para mim, continuou jogando futebol com os meninos.
(...)
Terminei de passar o batom e Lilly começoun a bater na minha porta.
- Meu Deus! Que é?
- VAMOS!! - ela bateu animadamente.
- Puta que pariu... - falei baixo. - Já vou... - olhei novamente minha roupa, peguei minhas coisas e destranquei a porta, ela estava parada, parecendo uma criança, balançando sob os pés.
- Vamos?
- Vamos. - revirei os olhos.
- Sabia que você tá parecendo uma velha?
- Por que? - perguntei confusa.
- Você está chata pra porra... Tudo é chato ou muito "criança".
- Mentira... Eu só... Amadureci demais ué... Acontece... Mas não quer dizer que sou uma velha... Só... Amadureci um pouco antes do tempo. - suspirei e dei de ombros, ouvindo a buzina do carro da Rydel.
- Ela chegou, vamos. - Lilly me puxou.
Quase dei de cara com o chão, mas ok.
Não deu nem tempo de ligar o rádio e já tínhamos chego na pub.
Era um lugar muito movimentado, muitas pessoas circulavam por ali, umas já bêbadas, vomitando pela calçada extensa, e uma fila enorme, que acho que dava a volta no quarteirão.
- Meu Deus... Vamos ficar nesse fila? - perguntei, já num tom de desistência.
- Não bobona... Somos precavidos... - Rydel puxou pulseiras neons de dentro da bolsa e as balançou.
- Jesus... - peguei uma, colocando-a no braço.
Saímos do carro, encontramos com os meninos e Maluh, cumprimentei todos e então entramos.
Meus olhos demoraram alguns minutos para se acostumarem com as luzes piscando, luzes coloridas e tudo escuro, às vezes.
Olhei direito, as paredes eram pretas, mas com manchas, propositais, coloridas, neon (claro).
- Rydel, só acho que isso é uma festa neon né? - Lilly comentou alto.
- Ah serio? Achei que fosse de anos 90... - ela disse brincando.
Lilly deu o dedo do meio e continuamos andando para a área VIP.
A música estava muito alta, fazendo meus ouvidos zunirem.
Passamos pelo bar, que estava muito bem decorado, o tampo da mesa brilhava colorido, cada hora uma cor, os copos eram neons também, com uma pulseirinha - que brilha - presa, alguns drinks também pareciam brilhar, só fico me perguntando COMO ELES FAZEM ISSO?
Todos os sofás eram brancos, com algumas manchas coloridas, para dar um destaque, e se alguém, sem querer, manchar aquele branco? (Cara de má)
Tudo tinha algum toque neon, até as escadas que davam para a área VIP.
Rydel mal chegou no local que queríamos, e já começou a dançar, claro que não ficou sozinha, Maluh e Lilly se juntaram.
Respirei fundo três vezes, meu Deus, andar tudo isso me cansou...
Sentei no sofá e por ali fiquei por uns minutos... Mas como sossego de pobre é curto, Rydel veio me puxar pra dançar.
- Você não veio pra uma pub pra dormir né?
- Não...
- Então vamos... Dançar, beber... Curtir! - ela disse a última palavra gritando.
Revirei os olhos e levantei, ela me levou para o bar, pediu um drink que eu não fiz questão de ouvir o nome e ela mesma pagou.
- Toma, bebe só um pouco que você já fica soltinha.
- Eu não preciso de um drink pra me soltar...
- Então vamos!! - ela praticamente derrubou todo o líquido na minha garganta.
Fiz careta, pois o mesmo passou rasgando, doeu.
Sorri, coloquei o copo na mesa e puxei Rydel para a pista, acho que ela colocou alguma coisa na bebida...
@NiinaSmith "Curtindo... @LillySmith ❤ #NeonParty".
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Ao som de Nicki Minaj, Beyoncé, Calvin Harris, Rihanna e etc, dançamos muito! Até cansarmos e eu poder me jogar num sofá.
- Niina, Niina! - Maluh veio pulando feliz.
- Que?
- Vem, vem!! Estão fazendo pinturas com tinta...
- Neon? - não deixei ela terminar.
- Sim!! - ela me puxou, acabei me levantando e a acompanhando-a.
Ela me puxou para uma fila, pra pegar a tinta, pegamos várias cores e saímos daquele tumulto.
- Vai querer roupa branca? - olhei para minha roupa, não vou estragá-la.
Assenti.
Ela foi pegar as roupas, enquanto eu destampava as tintas.
- Toma, vê se é seu tamanho. - ela me jogou as roupas.
Me escondi atrás de um pano longo e me troquei, peguei a roupa que eu estava e coloquei na mesa que os meninos estavam jogados.
Não achei Maluh perto das tintas, dei de ombros e peguei um pincel.
O direcionei para minha blusa.
- Posso te ajudar gata? - tomei um susto que o pincel até foi para o chão.
Fechei os olhos e coloquei a mão no peito.
- Que susto! E não, muito obrigada, tenho namorado. - abanei a mão ao vento.
- Certeza? - o garoto perguntou insistente.
- Sim... - levantei meus olhos a ele.
O QUE?