Ele desceu seus beijos ao meu pescoço, logo depois ao meu busto, parando em meus seios ainda cobertos pelo sutiã.
Seus olhos transbordavam luxúria, puro desejo.
Ele levou suas mãos ao fecho do meu sutiã, sem desconectar nossos olhos, seus dedos frios correram para apertar meus seios, agora descobertos, soltei um gemido estrangulado, aquelas sensações eram novas demais para mim.
Com sua língua ele brincava com o bico do meu peito esquerdo e com a outra mão apertava meu seio direito, me proporcionando ótimas sensações, prazer, tesão, tudo junto e misturado...
Eu já me contorcia de prazer, pedindo por mais, aquilo já estava perdendo o prazer.
- Ross... - soprei.
Ele desceu seus beijos para minha barriga, mas sem soltar meus peitos.
Com os dentes ele arrancou minha calcinha, logo dando pinceladas em meu clitóris, me deixando extasiada.
Logo ele tirou suas mãos dos meus peitos, as levando, lentamente até minhas coxas, onde ele segurou as mesmas, me deixando mais "aberta".
Ele colocou um dedo, me estimulando, apertei os lençóis entre os dedos, reprimindo um gemido.
Logo ele estava com dois dedos, eu já me contorcia na cama.
Olhei para ele, pedindo que não parasse, eu estava morrendo de tão boa as sensações que eu estava sentindo.
- Você não acha meio injusto... - ele ofegou. - Você está sem roupa alguma, eu ainda estou de calça...
Dei uma risadinha, o joguei na cama, ficando em cima dele.
Desafivelei seu cinto, logo jogando sua calça pra ponte que partiu, ele já estava totalmente excitado e duro.
"Niina" - pensei comigo. - "É fácil... Igual aos pornô que os meninos da minha sala enviam..."
Fiquei meio indecisa, naquela hora eu gelei, eu não sabia o que diabos eu estava fazendo, eu estava mais perdida que cego em tiroteio.
Ele me jogou, ficando por cima.
- Relaxa... Com o tempo você pega o jeito. - ele sorriu me selando.
Me senti desconfortável, eu queria fazer algo, mas eu não sabia o que ou como...
- Relaxa ok? - ele sorriu. - Olha pra mim e relaxa. - sorri assentindo, sabia do que ele estava falando. - Qualquer coisa que doer, por favor, me fala ok? - assenti respirando fundo.
Ele colocou a cabecinha de seu pênis na minha entrada, mordi o lábio, sentindo dor e prazer ao mesmo tempo.
Ele foi colocando de pouquinho em pouquinho, devagar...
Eu soltava gemidos de dor e prazer, ele me olhava preocupado, mas a única coisa que eu fazia era beijá-lo, é uma dor suportável!
- Ah... Ross... - soprei. - Por favor... - senti ele entrar por completo, ele parou por um tempo.
Mordi o lábio fortemente, tchau virgindade.
- Tudo bem? - ele perguntou preocupado. Assenti. - Continua? - assenti novamente.
Ele começou a fazer movimentos de vai e vem lentos, para eu me acostumar, coisa que não demorou muito, logo seu corpo se chocava rapidamente com o meu, seus movimentos eram rápidos, suas bombadas cada vez mais fundas, o prazer estava explícito em nossos gemidos altos e nem um pouco controlados.
Quando eu estava chegando ao meu ápice, ele foi diminuindo a rapidez das bombadas, me fazendo urrar é pedir por mais... Droga! Logo no final ele vai dar pra trás?
Seus movimentos eram lentos, me torturavam, eu gemia cada vez mais, senti uma onda de prazer imenso passar por mim, me fazendo jogá-lo deitado e ficando em cima dele, não sei de onde tirei essa confiança toda.
Me sentei em seu pênis, e logo comecei a "cavalgar" nele, fiz questão de ver cada careta e cara de prazer que ele fazia, ele ficava extremamente lindo suado e gemendo meu nome.
Chegamos ao ápice quase juntos, cai ao seu lado, cansada demais para qualquer coisa.
- Melhor irmos lá pra minha casa, o que acha? - Ross perguntou.
Apenas assenti, muito cansada para pensar sobre isso.
Me levantei, indo atrás das minhas roupas, me troquei rapidamente, e saímos, ele me puxou para fora, sem nos despedirmos de ninguém.
Ross fez o caminho parecer muito curto, passando em faróis vermelhos e cortando caminho, o que nos fez chegar em sua casa em 15min.
Assim que chegamos eu gelei... Quantos meses eu não entro aqui?
- Vem logo Niina!
Sai do carro, ele já estava na porta.
- Desculpa... Eu to meio lerda.
- Não tá mesmo! - ele me beijou eufórico, dei uma risadinha e entramos.
Ele me puxou para o seu quarto, sem me deixar ver nada.
- Ross... Que pressa é essa meu Deus?
- Pressa de ter você colada a mim novamente... Pressa de sentir seu cheiro no meu travesseiro... - ele me beijou. - Pressa, de você ser minha novamente.
Sorri o beijando, eu também estava com saudades.
Suas mãos foram para minha bunda, a apertando, me fazendo colar em seu corpo e encostar em seu membro, que já dava sinal de vida.
Ele escorregou as mãos para minhas coxas, tomei impulso e ele me pegou no colo, me fazendo entrelaçar as pernas em sua cintura, nossas intimidades, ainda muito cobertas, se chocaram, me fazendo gemer baixinho.
Uma de suas mãos começaram a procurar a maçaneta da porta, sem muito sucesso por um tempinho.
Logo que entramos no quarto, ele já foi tirando minha blusa de novo, fiz questão de deixá-lo com a blusa, seria minha revanche!
Suas mãos foram rapidamente para meus seios, os apertando, me fazendo arfar, eu puxava seus cabelos da nuca a cada toque.
Caímos na cama, acabei ficando por cima, o que me deu uma grande vantagem.
O fiz deitar por completo na cama, sem me tocar, tirei sua camiseta lentamente, distribuindo beijos por toda a extensão daquela barriga perfeita... Puta que pariu! Ele é muito gostoso!
Passei minhas unhas de leve, o fazendo arrepiar, sorri safada e ele riu.
- Cade a Niina? O que você fez com ela?
- Você fez isso com a Niina. - sorri.
Dei um selinho rápido em seus lábios e desci até o cós da sua calça, desafivelando o cinto, logo me livrando dos pedaços de pano que estavam ali.
Coloquei minha mão na extremidade de seu membro, sentindo-o estremecer a cada toque.
Ross Lynch ON
Niina é assim! Ela não é safada... Mas puta que pariu, eu não posso não gostar! Ela havia finalmente se entregado a mim, quer prova maior de amor?
Suas mãos começaram a fazer movimentos de vai e vem, me fazendo segurar os gemidos, logo ela começou a colocar de pouquinho em pouquinho meu pau em sua boca, ela não parecia alguém que transava pela segunda vez apenas, ela parecia experiente, melhor que qualquer vadia que eu já tivesse pego.
Ela dava leves chupadas, me fazendo arrepiar, suas unhas passavam de leve por minha barriga, me fazendo quase nem respirar, pela falta de ar.
Niina aumentou a rapidez dos movimentos com a boça, me fazendo enlouquecer.
- Niina... Eu vou...
Ela não tirou a boca do meu membro, fazendo um sinal com a mão para eu ficar quieto.
Acabei gozando em sua boca, ela engoliu tudo, depois dando um sorriso safado.
Ela veio engatinhando para cima de mim, ainda de saia, sutiã e calcinha.
Troquei nossas posições, ficando em cima dela.
Arranquei seu sutiã, a fazendo arfar, não aguentando muito mais, tirei sua saia e calcinha, passando de leve os dedos em sua entrada, já molhada.
A estimulei um pouco mais, ela gemia loucamente, puxando os lençóis, mas logo não agüentei mais, ou eu entrava nela, ou eu explodia.
Fui colocando meu membro dentro dela devagar, sem pressa, a torturando, e torturando a mim mesmo.
- Vai... - ela disse com a voz rouca e sexy.
Sorri e aumentei a rapidez do 'vai e vem', Niina gemia tão alto, às vezes mordendo os lábios para reprimir algum grito.
As vezes eu diminuía a rapidez, para fazer aquilo durar o máximo, mas nem eu, nem Niina aguentávamos mais, acabamos gozando juntos, cai ao seu lado, a puxando para perto, inalando o máximo de seu cheiro.
- Eu te amo... - ela disse baixinho.
- Eu te amo muito mais... - beijei seus cabelos suados.
Ela se aninhou em cima de mim, colocando sua cabeça na curva do meu pescoço, fazendo sua respiração bater ali, me lembrando sempre que ela estava ali, ela realmente estava ali.
(...)
Acordei com o sol forte batendo na minha cara, quem abriu as cortinas? Merda!
Não me mexi, lembrando que Niina estava ali, em cima de mim, do jeito que dormimos ontem, a olhei e sorri, tão linda... Tão indefesa... Tão minha...
Fiquei pensando na merda que eu havia feito a ela à algumas semanas, o único problema é que eu não me lembro de nada depois de beber o drink que a mulher me ofereceu, tenho pequenos flashes, de Niina aparecer do nada, de eu dizer algo que a machucou e depois de ela chorar... Depois disso eu comecei a chorar e fui sentar em qualquer lugar, mas Lilly e Maluh estavam ali.
Depois disso só lembro de estar em casa, acordei chorando e comecei a escrever uma música.
Niina se mexeu, coçando os olhos.
- Bom dia. - sorri.
- Bom dia... - ela abriu os olhos e colocou a mão na frente dos mesmos. - Que horas são?
Olhei no celular.
- 10:30.
- Nossa, tá tarde... - ela me olhou. - Ross? - ela parou um segundo, talvez pesando, gelei, será que ela estava bêbada? Espero que não. - Ah... - ela sorriu.
Voltei a respirar, nem havia percebido que eu parei de respirar por uns segundos.
- Eu tenho que ir... - ela tirou as cobertas de cima dela.
Consegui apenas ver sua bunda, por que ela estava de costas para mim, mas logo não conseguia ver mais nada, ela havia se trocado.
Soltei um muxoxo, só por que eu queria adimira-la mais um pouco.
- Tchau Ross. - ela me selou.
- Espera. - levantei. - Eu te levo.
- Tá... - ela sentou na cama.
Peguei minha roupa, me vestindo rapidamente, escovei os dentes e dei uma bagunçada no cabelo.
Comecei a pensar sobre ontem, Niina estava se entregando a mim... Então eu não havia perdido toda a sua confiança...
- Merda! - ela gritou.
- Que foi?
- Esquecemos a camisinha! - ela arregalou os olhos.
- Merda!
Minha mente começou a trabalhar rapidamente.
- Ok... Me leva numa farmácia? Vou comprar um anticoncepcional...
Assenti e fomos, eu fiquei tão tenso... Nós dois estávamos tensos, não trocamos uma palavra até sua casa, que era perto da minha.
- Obrigada... - ela sorriu.
- De nada.
- Ok... Não quer entrar?
- To suadão Niina... Aparece lá em casa mais tarde...
- Não dá Ross... To atolada de coisas, vem pra cá...
- Tá... - dei de ombros.
Ficou um silêncio estranho...
- Te amo tchau.
- Também. - ela mandou beijo e entrou.
Me sentei meio sozinho, mas aquele vazio que tinha dentro de mim sumira, eu me sentia feliz, não completamente, por que ela não era totalmente minha... Não oficialmente.
Niina Smith ON
Entrei em casa com um sorriso maior que o rosto, Lilly estava jogada no sofá, assim que bati a porta ela me olhou com um sorriso malicioso.
- Que é? - coloquei as mãos na cintura.
- Nada... - ela continuou sorrindo.
- Que foi Lilly? O que aconteceu?
- Você e o Ross...
- O que tem?
- Você acha que eu sou o que? Idiota? Eu vi vocês dois saindo da balada, juntinhos e de mãos dadas, seu cabelo estava parecendo um ninho de rato!
- Cala a boca!
- E aí? Fizeram? - assenti ficando vermelha, eu e Lilly nunca tivemos papas na língua, não vai ser agora que vamos ter. - Quantas vezes?
- LILLY!
- Que é? Sou curiosa, só isso!
- Isso não é uma coisa que eu vou sair falando pra tudo que é lado!
- Tá... - ela fez careta. - Sente-se, hoje vamos decidir o resto do casamento.
Antes de sentar, fui tomar o anticoncepcional.
Pegamos nossos notebooks e começamos nossas pesquisas sem fim.
@NiinaSmith "Mil horas de pesquisa.... Hahahaha"
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Ficamos umas três horas pesquisando, acordamos do transe com a campainha, Lilly foi atender enquanto eu ia pegar salgadinho para comermos, por que eu estava morrendo de fome.
- NIINA! - Lilly gritou.
Peguei os pacotes e corri para sala.
- Quem morreu?
- Nada, você tava demorando.
Abracei Riker e Ross me beijou.
- E aí, tão fazendo o que? - eles se jogaram no sofá.
Lilly mostrou os notebooks abertos em dez mil páginas.
- Ainda? - Riker indagou.
- Ainda? Menino, isso demora! Você não sabe o trabalho que é! - Lilly rebateu.
Eles ficaram discutindo, me sentei ao lado do Ross, nós começamos a rir dos dois, discutem demais.
- E então... Quem vai casar?
- Meus pais...
- An?
- É... Eles voltaram, vão se casar e minha mãe tá grávida... - sorri.
- Uou... Saio por algumas semanas e até o papa casa!
- Nem tanto né? É pecado o papa casar!
- Você entendeu. - ele revirou os olhos.
- Ei! Chega! - gritei. - Lilly, não temos tempo!
Voltamos a pesquisar, mas foi foda, Riker e Ross não deixavam.
Acabamos desistindo e fomos assistir algum filme, de comédia, para não ter briga.
Assistimos três filmes, até meus pais chegarem, meu pai e minha mãe fizeram uma cara de "precisamos conversar" quando viram o Ross de mãos dadas comigo.
Os meninos ficaram mais um tempo, mas quando deu 20h meu pai nos censurou, então eles foram.
No jantar, eu tive que explicar tudo aos meus pais, minha mãe, que não ficou brava com Ross, entendendo que ele estava bêbado, ou a menina dera algo para ele ficar daquela maneira, já meu pai quase teve um treco! Mas consegui convencê-lo de que não iria se repetir.
Depois nossa conversa tomou outro rumo, um mais descontraído.
Conversamos sobre as coisas do bebê, meus pais pareciam dois adolescentes que iriam ter seu primeiro filho, sendo que eu e Lilly somos suas primeiras filhas.
Assim que terminei de comer, subi correndo, eu estava morta, e ainda tive tempo de pensar sobre o que aconteceu entre eu e Ross...
Tomei um banho super rápido, coloquei meu pijama quentinho e deitei na cama...
Meu Deus! Eu realmente me entreguei ao Ross! Agora eu tenho certeza de que ele me ama, tenho certeza que armaram para ele é aquela menina lá...
Senti meus lábios se formarem em um sorriso enorme...
Acho que eu sempre soube que ele me amava, mas como ele havia me "traído" eu simplesmente esqueci...
Esperei o sono me consumir... Logo sendo atacada por sonhos...

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