[Duas semanas depois]
Niina ON
Finalmente chegamos! O aeroporto estava lotado, mas também, hoje é segunda-feira, um dia bem movimentado. Pessoas passavam com pressa, esbarrando nos outros, tive que segurar a mão do Pedro, pra ele não fugir ou não perdê-lo. Liguei para o Ross, precisava acha-lo naquela confusão de gente.
- Ross? Cade você?
- Aqui fora Niina!
- Olha, "aqui fora" é muito genérico, sai do carro, grita,sei lá. - passei os olhos pelos carros. - Esquece, te achei.
Peguei a mão do Pedro, guardei o celular e puxei o carrinho das malas.
- Que nervosinha você. – Ross se aproximou rindo.
- Tava a maior bagunça, seu filho estava me puxando, querendo correr pra tudo que é lado... - ele não deixou eu terminar a frase e puxou-me para um beijo.
- Também estava morrendo de saudades amor, que bom que você chegou logo, eu te amo, sabia?
- Besta. - revirei os olhos. - Vamos embora logo. - peguei Pedro no colo e o coloquei na cadeirinha.
O caminho inteiro Ross foi fazendo suspense sobre a casa, eu só tinha visto por fotos, e algumas partes quando falava com ele no FaceTime.
@NiinaSmith "Cheguei Miami ♥"
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Finalmente chegamos, a casa era linda por fora, Pedro estava super animado. Ross estacionou na garagem, pegou o Pedro e abriu a porta.
Era ainda mais linda por dentro.
A sala era enorme, com um sofá retrátil gigante, em chenille marrom, contrastando com o nude das paredes. Uma lareira - só por capricho, por que em Miami não faz tanto frio - uma TV enorme, pendurada em um painel de madeira escura, bem decorado. Tinham mais alguns móveis e poltronas em outras partes da casa, tudo em perfeita harmonia. Pude notar, também, muitos quadros de fotos, minhas com o Ross, do Pedro, Ross e Pedro, eu e Pedro e por aí vai.
Pedro foi conhecer a casa, ele estava saltitando.
Pedro foi conhecer a casa, ele estava saltitando.
- É linda Ross! - aposto que meus olhos estavam brilhando.
- Você merece o melhor, amor! – puxou-me para um beijo quente e apaixonado. - O inicio de uma longa vida juntos, na nossa casa! - ficamos abraçados, matando a saudade.
(...)
Depois de Ross ter mostrado cada canto da casa, levamos as malas para o quarto.
Meu Deus, como eu tenho roupa!
Terminei de colocar a última camiseta no closet, eu estava cansada, queria deitar e dormir.
Senti Ross me abraçar pelas costas, colocando o nariz no meio do meu cabelo, achando meu pescoço. Tombei um pouco a cabeça e ele deu um leve beijo ali, o que me fez arrepiar.
- Sabe... Eu estou morrendo de saudades... - ele falou baixinho no meu ouvido, com a voz rouca.
Sorri, virando pra ele.
- Eu to cansada amorzinho, só quero a cama e dormir. - fiz bico.
- Eu to cansada amorzinho, só quero a cama e dormir. - fiz bico.
- Nós podemos estrear a cama e depois você dorme... - ele sorriu safado.
- Ross... - ri pelo nariz. - Cade o Pedro?
- Dormindo... Vai Niina, o que custa? Estamos só eu e você, aqui, no nosso quarto... Juntinhos... - ele falava cada palavra baixinho, enquanto dava leves beijos no meu pescoço, era extremamente sexy. - Eu to com saudades. - ele me puxou bruscamente, segurando minha cintura com força.
Por que ele faz isso? Faz porque sabe que eu não vou aguentar…
Não falei nada, colei meus lábios nos dele e emaranhei minha mão naquele cabelo loiro.
O beijo foi quebrado pela falta de ar, mas logo voltamos a nos beijar, com fogo, saudade, vontade e ferocidade, afinal, já tem um tempinho que não fazemos nada…
O beijo foi quebrado pela falta de ar, mas logo voltamos a nos beijar, com fogo, saudade, vontade e ferocidade, afinal, já tem um tempinho que não fazemos nada…
Minhas unhas arranhavam de leve o pescoço dele, enquanto suas mãos, passeavam livres pela minha cintura e coxas.
Ele deu um tapinha na minha coxa e rapidamente entendi o que ele queria. Pulei, entrelaçando minhas pernas na cintura dele, enquanto ele andava devagar, até sair do closet.
Caímos na cama, eu por cima, dei uma risadinha, mal me lembro da última vez que ficamos a sós.
Antes de voltar a beija-lo, arranquei sua camiseta, nessas horas, eu fico com uma puta raiva das roupas, merda, por que vocês existem?
Encarei aquela barriga perfeita, eu sou apaixonada por cada pedacinho desse corpo.
Passei minha unha de leve por toda a extensão e ele se arrepiou, depois distribui beijos, até chegar na barra de sua calça. Desabotoei e a joguei longe, agora ele estava apenas de cueca, com seu membro ereto e pulsante.
Passei minha unha de leve por toda a extensão e ele se arrepiou, depois distribui beijos, até chegar na barra de sua calça. Desabotoei e a joguei longe, agora ele estava apenas de cueca, com seu membro ereto e pulsante.
Senti suas mãos na minha cintura, ele nos trocou de posição.
- Poxa... - reclamei.
- Isso aqui tá muito injusto. - ele fez bico e levou as mãos para a barra da minha blusa, logo a tirando.
Suas mãos correram para o fecho do meu sutiã, logo descobrindo meus seios. Seus olhos brilharam de luxúria e eu já me sentia molhada, mas o filho da puta piora minha situação, levando sua mão até minha parte. Mesmo por cima da calça e da calcinha, pude sentir suas carícias.
Fechei os olhos, apreciando ao máximo, segurei nos lençóis, estava me remexendo de prazer.
- Merda Lynch... - reclamei assim que ele tirou a mão de lá e voltou aos meus seios.
- Adoro quando você me chama de Lynch. - disse, aproximando seu rosto do meu, dando-me um selinho rápido.
- Adoro quando você me chama de Lynch. - disse, aproximando seu rosto do meu, dando-me um selinho rápido.
Ele desceu pelo meu pescoço, logo chegando a meu busto.
Emaranhei uma mão em seu cabelo e com a outra segurei os lençóis, ele passava sua língua pelo bico do meu peito direito, enquanto apertava de leve o esquerdo.
Isso é absurdamente prazeroso, sério.
Ele fez o mesmo no outro peito, eu já estava quase subindo pelas paredes. Eu praticamente implorava pra que ele acabasse logo com essa palhaçada.
Isso é absurdamente prazeroso, sério.
Ele fez o mesmo no outro peito, eu já estava quase subindo pelas paredes. Eu praticamente implorava pra que ele acabasse logo com essa palhaçada.
- Ross... - gemi, tentando chamá-lo.
Ele sorriu maléfico e saiu de cima.
- Que merda você tá fazendo? - perguntei exasperada, COMO ASSIM ELE SAI E ME DEIXA ASSIM?
Ele foi até o closet e voltou com uma coisa de pano, que eu não sabia ao certo o que era.
- Ross....? - ele não disse nada, apenas sorriu, puxou meus braços e os amarrou com aquela coisa, parecia uma gravata.
- Calma princesa, não vai te machucar. - deu um beijo na minha bochecha e puxou meus braços, já amarrados, até a cabeceira da cama, onde os prendeu.
- Você tá louco? Me solta Ross! - me remexi.
- Calma... - ele segurou minhas pernas e voltou a sua posição, suas mãos estavam em minhas pernas e sua boca na minha barriga, fazendo uma trilha de beijos até a barra da minha calça.
Ele desabotoou facilmente e a jogou longe, suas mãos foram parar no interior das minhas coxas, ele deu um leve beijo ali, por cima da calcinha.
- Sempre pronta... - ele sorriu, passando um dedo sobre meu clitóris, ainda envolto pela calcinha.
- Por favor... Ross... - eu já estava rouca.
- Calma... - ele enfiou um dedo dentro da minha calcinha, estimulando meu clitóris, enquanto eu tentava puxar minha mão da cabeceira, mas essa merda é forte.
Depois mais um dedo, mas esse escorregou para dentro de mim, me trazendo uma onda de calor.
Gemi alto, foda-se, não tem ninguém mesmo e Pedro é muito pequeno pra entender.
Finalmente Ross tirou minha calcinha, quase gritei um "obrigada", mas ele não deixou eu falar nada, colocou sua boca na minha vagina e sua língua me adentrou, eu ainda sentia seu dedo esfregando meu clitóris.
Eu gemia cada vez mais, mordia meus lábios, tentando amenizar o "gritos", mas PUTA MERDA ISSO É DEMAIS PRA MIM!
Eu tentava puxar minhas mãos, queria enfia-las em seu cabelo, puxa-lo e, sei lá, estimula-lo a continuar e não me deixar na mão.
Eu tentava puxar minhas mãos, queria enfia-las em seu cabelo, puxa-lo e, sei lá, estimula-lo a continuar e não me deixar na mão.
Senti minhas pernas ficarem moles, um "Ross" escapou por meus lábios, como num sussurro.
Eu tinha chego ao meu ápice. Senti ele fazer a trilha de volta, pela minha barriga até minha boca.
- Você é tão linda Niina... - ele me beijou. - Eu te amo muito.
Sorri, sussurrando um "eu também", mal conseguia pensar em outras palavras, sério, eu estava desnorteada.
Senti suas mãos em meus braços, ele estava me soltando, graças a Deus.
Assim que ele soltou as duas mãos, o empurrei para cama, ficando por cima.
- Minha vez. - peguei a gravata de suas mãos, amarrando as mesmas, fazendo o mesmo que ele fez comigo.
- Filha da pu…
- Sem xingar minha mãe. - neguei com a cabeça.
Ele riu pelo nariz e negou.
Dei-lhe um beijo casto nos lábios, descendo pelo pescoço - onde deixei um belo chupão, que a produção de A&A terá que fazer um esforço pra esconder - e desci para seu peitoral, fiz uma trilha lenta até chegar a barra de sua cueca.
A tirei com presa, logo vendo seu membro pulsante na minha frente.
Dei um leve beijo na cabecinha de seu membro, olhando para o rosto do Ross, era um cena cômica, ele estava de olhos fechados e as mãos fechadas em punhos, como se quisesse socar algo.
Sem aviso prévio, coloquei seu pênis em minha boca, fazendo movimentos de "vai e vem", o que sobrava eu estimulava com as mãos.
Eu ouvia ele me xingar de tudo que é nome, mas eu achava engraçado.
Eu estava pagando na mesma moeda, mas eu vou ser mais filha da puta, ele me levou até o ápice, já eu...?
Ele chamava meu nome roucamente, eu sabia que ele estava chegando a seu ápice.
O tirei da boca e voltei a beija-lo, soltando suas mãos.
O tirei da boca e voltei a beija-lo, soltando suas mãos.
Ele me jogou na cama, ficando por cima de novo, beijou- me e encaixou em mim. Senti ele entrar devagar, me provocando, merda.
Ele ia devagar, nem parecia que estava desesperado pra chegar ao ápice e eu gemia alto.
Ele ia devagar, nem parecia que estava desesperado pra chegar ao ápice e eu gemia alto.
Em poucos segundo chegamos ao ápice, ele se jogou do meu lado.
Ele respirava fundo, seu peito suado subia e descia da maneira mais sexy possível. Que homem é esse?
Suspirei e sorri. Eu sentia falta disso.
- Eu te amo Ross. - o beijei.
Ficamos ali, deitados, curtindo aquele momento.
(...)
Passei a semana conhecendo Miami, já que minha faculdade só começa semana que vem. Pedro já está indo pra escolinha, o que o cansa muito, então ele chega em casa, come e dorme. Ross está ficando até tarde no set, com certa frequência, eles estão trabalhando muito. Sobre ele contracenar com a Laura, eu já não vejo mais problemas, quer dizer… Às vezes eu sinto aquele ciúme, mas passa, eles estão apenas trabalhando, é isso que eu repito.
Ross fica cada dia mais cansado. Ele chega em casa, toma um banho demorado, come e deita. Ele até tenta conversar sobre como foi o dia, mas acaba dormindo na metade do assunto, me dá muito dó, eu não posso fazer nada pro meu bebe.
- MAMÃE! - Pedro gritou animado, hoje não seria um dos dias que ele dormiria rápido.
- O que foi Pê?
- Sabe o que a prof. Jake fez??
- O que meu amor?
- O que meu amor?
- Ela ficou brincando de cosquinha, igual o papai.
- Serio? Que legal Pê! - sorri. - Agora termina de comer, ok?
Terminamos de comer e Ross levou Pedro para o quarto, enquanto eu lavava a louça. Achei que ele fosse descer, mas acabou ficando por lá mesmo.
Sequei a mão, ajeitei as coisas e subi.
Cheguei no quarto e me deparei com uma cena bem comum. Ross estava deitado na cama, dormindo com o controle na mão e a TV ligada, passando um episódio de A&A.
O ajeitei, já que ele estava jogado, tirei o controle da mão dele, desliguei a TV, puxei as cobertas e o cobri.
- Eu te amo muito Ross. - beijei sua bochecha.
Ele se revirou um pouco, enquanto eu o olhava, pensando em como estou feliz com a minha família.

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