Riker me deixou em casa era umas 20h, quando Lilly o viu, ela correu para seu quarto, com as bochechas queimando, vai ficar assim por um bom tempo... Que dó...
- Amanhã eu te vejo?
- Não sei... - meu celular apitou, olhei e era uma mensagem da Maluh. - Um segundo. - abri a mensagem.
“Vadia, seguinte, amanhã vamos ficar pra ver o treino de futebol lembra?? Então... Nem pense em tentar fugir!”
- Tinha esquecido... Que droga!
- Que foi Niina?
- Amanhã eu, Lilly e Maluh vamos ficar pra ver o treino de futebol! Foi a condição delas para irem no dia do aniversário da Rydel! - revirei os olhos, droga, Ross estava me evitando... Mas por que mesmo elas querem ir? Lilly gosta do Riker, Maluh já nos disse que achou Rocky lindo, por que elas querem me arrastar para perto do Ross mesmo?
- Ok... Então...
- A gente marca outro dia... Até eu ir embora tem chão! - rimos. - Melhor você ir, já tá ficando tarde.
- Boa noite. - ele me beijou.
- Boa noite. - sorri e fechei a porta.
Corri para meu quarto, tomei um banho rápido e coloquei o pijama, Lilly ainda quis conversar, eu tentei ouvir, mas dormi na metade da história dela.
Acordei com meu celular tocando, Maluh.
- BOM DIAAAAAAA!! - quase derrubei o celular de susto. - VAMOS ACORDAR POR QUE JÁ ESTÃO ATRASADAS!!
- Não precisa gritar não querida!
- Eu estou animada!!
- Por que?
- Se vocês vierem na escola eu conto!
- Ficarei curiosa!
- Cala a boca! Vamos logo!
- Tá! - desliguei e levantei a contra gosto.
Tirei o pijama e me enfiei embaixo da água quente... Fiquei ali apenas 15min, logo me troquei e desci.
@NiinaSmith "#Escola #BomDia #Sono #Inferno #Cadeia".
♥ 1004
Ver mais 3 comentários.
@MaluhMark "Boooooom deaaaaaaa vadeeeea! Vem pra escola looooogo!!!".
@Rosslynchr5 "Fiufiu".
@luke__200 "Bom dia linda".
- Bom dia mãe! - dei um beijo na sua bochecha e me sentei em uma banqueta.
- Bom dia! - ela sorriu e colocou duas torradas no meu prato.
- Acordou cedo!
- Maluh me ligou cedo... - fiz careta.
- Bom dia. - Lilly entrou na cozinha sorrindo.
- Bom dia filha! - minha mãe lhe serviu também. - Como vocês conseguem se maquiar logo de manhã?
- Melhor fazer um esforço na maquiagem do que ir parecendo um zumbi né? E nem está exagerada, base, pó e um delineador básico! - dei de ombros.
- Ok... Mas maneirem um pouco! - minha mãe nos adivertiu.
Assentimos e terminamos de comer.
- Hoje que vocês não estão atrasadas vocês comem parecendo um furacão! - minha mãe riu.
- Melhor adiantas do que atrasadas! Tchau mãe! - beijei sua bochecha e fui pegar minha mochila. - EU VOU DIRIGINDO! - corri para o carro, Lilly veio e fomos com muita calma até a escola.
(...)
As aulas foram chatas, e assistir o treino foi mais ainda, Ross me ignorou o dia todo, ok, eu também não tentei falar com ele, mas ficou por isso mesmo, as meninas não pararam de falar dos tanquinhos dos garotos, o que foi chato, eu fiquei quieta na minha, já que estava com um pouco de cólica também.
- Vamos no shopping Niina?
- Não Mah... To com cólica! Podem ir! Lilly, me deixa em casa? - ela assentiu e fomos.
Desci do carro e as duas disseram para eu me cuidar, bobas.
“Oiiii Niina!! O Riker disse que vocês não iam se ver hoje... Quer ir no shopping?”
“Não dá Rydel... To com cólica e TPM... Por que você não vem pra cá?”.
“Ok... Vinte minutos...
“Ok”
“Riker está saindo... Senão ele iria... Vou me trocar, to de pijama!!”
“Ainda dona Rydel? Ok, manda um beijo pro Riker!! Pra onde ele vai! - a campainha tocou. - Já volto”.
Travei o celular e fui abrir a porta.
- Quem é? - eu disse enquanto colocava a chave na porta.
Logo que abri tomei um susto.
- Jake? - perguntei atônita.
- Sentiu saudades?
Neguei furiosamente.
- Pois eu senti... Esse corpo lindo... - ele disse colocando a mão na minha cintura.
- Me solta! - andei pra trás, caindo no sofá.
- Que linda... Já até se jogou no sofá! - ele sorriu se deitando em cima de mim.
- SAI! - gritei.
- Grite o quanto quiser querida, ninguém vai te ouvir!
- Para! Por favor! - ele me beijava no pescoço, eu sentia as lágrimas escorrendo pelo meu rosto.
Uma mão prendia minha cintura fortemente, parecia que ele queria quebrar minha cintura, e sua outra mão segurava minhas mãos acima da cabeça.
Ele descia os beijos pelo meu pescoço até chegar nos meus seios ainda cobertos pela camiseta, eu já chorava, esperneava, tentava me soltar, mas parecia que quanto mais eu puxava minhas mãos, mais ele as apertava, aquilo machucava, aposto que vai ficar roxo.
- Tão linda... Tão gostosa... - sua mão que estava na minha cintura me soltou, ele colocou a mão no bolso, procurando algo. - Vou te amarrar gatinha... - ele puxou uma corda, não era muito comprida, mas dava para prender minhas mãos na mesinha que tinha ao lado do sofá.
Foi isso o que ele fez, estava doendo muito, ele apertou bem, eu não conseguiria levantar a mesinha, é uma madeira bem pesada.
- Prontinho... - ele voltou a me beijar, claro que eu não correspondia...
Suas mãos, agora livres, passeavam pelo meu corpo, ele colocou uma mão no meu seio e o apertou, gemi de dor, mas ele deve ter pensado que foi de prazer.
Logo ele levou sua mão até minha intimidade, a acariciando, senti nojo e medo.
Ele estava com os olhos brilhando de luxúria, os meus estavam brilhando por conta do choro.
- Tão linda... - ele repetiu. - Olha esses peitos? - ele tirou minha blusa devagar, a deixando pendurada nas minhas mais presas, ele logo tirou meu sutiã. - Olha isso! Tudo pra mim! - ele colocou suas mãos nos meus seios, aquilo doeu.
Sua língua começou a passear por toda aquela área, enquanto ele levava a outra mão para minha intimidade.
Ele começou a desabotoar minha jeans, eu tentava me debater com as pernas, mas isso fazia eu puxar minhas mãos, e parecia que alguém estava tentando as arrancar.
Ele foi abaixando minhas calças até as coxas enquanto beijava toda a extensão da minha perna.
Ele voltou para cima de mim, com uma mão na minha intimidade, tentando me dar prazer, e a outra no meu seio, eu tentava gritar, mas só saia somos roucos e palavras desconexas, não dá pra pensar enquanto você está sendo estuprada!
Ouvi a campainha e a Rydel me gritar.
- AJUDA!!! RYDEL!! - consegui gritar, mas Jake tapou minha boca.
Ouvi a porta bater contra a parede, Rydel entrou e ficou congelada ali.
- ROSS! - ela gritou, e logo o loiro estava ali.
Ele tirou Jake de cima de mim, Rydel correu para me ajudar, coloquei só a minha camiseta e abotoei minha jeans.
Rydel foi ligar para a polícia, Ross estava socando Jake.
- Chega! - pedi para Ross, antes de ele descer a mão de novo.
Jake estava sangrando e jogado no chão, quase desmaiado.
Ross saiu de cima dele e eu o abracei, não sei por que, mas eu o abracei.
- Obrigada. - eu disse no seu pescoço.
Ele não disse nada, só me abraçou de volta.
Logo ouvimos a polícia.
Um policial pegou Jake, depois de Rydel dizer "é ele".
- O que aconteceu aqui? - outro policial perguntou.
- Eu estava sozinha, no celular, quando a campainha tocou, eu fui atender e ele começou a me beijar, cai no sofá, depois ele prendeu minhas mãos naquela mesinha. - eu disse apontando para a mesinha. - E então... - tornei a chorar.
- Certo... Você conhece esse homem? - assenti.
- Ele era meu padrasto...
- Ok... Cuidado na próxima vez que estiver sozinha em? - o policial sorriu e saiu.
- Obrigada.
Assim que o policial saiu eu abracei Ross de novo, ele estava quieto, não tentou falar nenhuma palavra de "conforto", por que sabemos que nada do que dizemos as pessoas que estão sofrendo a fará sofrer menos.
Ross me levou até o sofá, onde eu ficaria com certo trauma, deitei minha cabeça em seu ombro, Rydel estava resolvendo algo com os policiais que logo foram embora.
Ela sentou do meu outro lado e me abraçou, eu ainda chorava um pouco, mas logo fui me acalmando.
(...)
Rydel e Ross ficaram um tempão comigo, Ross não disse uma palavra, mas ficou abraçado comigo, eu me sentia segura, mas sentia Ross longe, não quis falar nada, por que era capaz de ele me soltar e ir embora, e não era o que eu queria... Calma, desde quando eu não queria que ele ficasse longe de mim? Era isso que eu queria desde o começo! Que ele se afastasse de mim, ficasse longe! Puta que me pariu!
- Não é melhor vocês irem? Daqui a pouco minha irmã chega...
- E deixar você sozinha Niina? Nem pensar!
- Não tem problema Ry... Jake já foi preso!
- E dai? Você quer chorar? Pode chorar, ninguém aqui vai te julgar!
- Não é isso! - dei uma risadinha. - Eu já to bem... Preciso de um banho, colocar a cabeça no lugar pra contar para minha mãe, meu pai e minha irmã...
- E Riker!
- É... Pra ele também...
- Então tá... Qualquer coisa liga em? Não abre essa porta pra ninguém ouviu? Ninguém dona Niina!
- Ok, ninguém, exceto quem eu conheça e seja de alta confiança! - ri de leve.
- Isso mesmo! - ela levantou. - Me liga depois em?
- Tá... - me soltei de Ross. - Tchau. - ela me abraçou.
- Não faça nenhuma loucura em?
- Pode deixar!
- Tchau!
Ross se levantou e veio para perto de mim, Rydel já o esperava na porta.
- Obrigada! - repeti.
- Nenhum garoto deixaria uma garota tão linda quanto você ser estuprada. - ele disse indiferente.
- Tá... - aquilo cortou meu coração, ele não me salvou por que ele gosta de mim, ele só me salvou por que era “certo”.
- Tchau.
- Tchau. - assim que eles saíram as lágrimas rolaram.
Ross está indiferente comigo, mal troca dez palavras comigo, mal me olha, quase sou estuprada...
Que merda de dia mesmo!
Subi tropeçando nos meus próprios pés, tirei aquela roupa e fui ver que horas eram... 19h, Lilly já deveria ter voltado.
Me enfiei embaixo do chuveiro, fiquei ali por horas, lavei o cabelo, me esfreguei ao máximo, até ficar vermelha, mas eu não liguei, doeu claro.
Assim que sai, meu celular apitava que nem louco no andar de baixo, desci com a toalha enrolada no corpo.
“Meu amor, hoje vou ter que resolver umas coisas aqui no escritório e talvez eu durma por aqui mesmo... E mais uma coisa, talvez amanhã eu tenha que viajar ok? Beijos, amo você!!”
“Okayzinho mamis! Também te amo!! Vê se não dorme na cadeira em?? Beijos!!”.
Vi algumas mensagens da Lilly, soltei o celular na mesinha e prendi o cabelo num coque.
“ABRE A PORTA!!”
“TÁ VIVA? ABRE A PORTA!! EU ESQUECI A CHAVE!!!!”
“Ok, to indo pra casa do Ross! A Rydel me chamou e tal... Depois de você terminar de fazer o que quer que você esteja fazendo, vai pra lá tá? A mãe deles vai fazer lasanha ou algo assim, só sei que Ry disse que é bom!! Beijos.”.
“Não to muito afim de ir não Lilly...”
“Por que??”
“Nada não... Eu vou sim, depois preciso falar com você URGENTE! To indo!!”
“Ok, tá frio em? Beijos”
Levei o celular para o quarto e o deixei carregando, essa bateria que acaba rápido!
Me troquei sem muita animação, mas eu precisava mesmo me ocupar com outras coisas, por que se eu ficar só pensando nisso eu vou acabar ficando louca! Não vou mais sair de casa, não terei amigas, não irei casar e vou acabar numa casa com cinquenta gatos!
Não Niina! Não viaja! É, eu já to melhor mesmo!
Soltei o cabelo e ele ficou todo enroladinho, bem bonitinho.
Peguei o celular e desci, tranquei a porta e fui.
Cheguei lá em quinze minutos, por que eu praticamente corri, toquei a campainha torcendo para atenderem rápido.
Fui surpreendida pelo Riker todo risonho, o que me fez sorrir também.
- Tudo bem? - ele perguntou segurando meu rosto.
- Mais ou menos... Mas depois eu te conto. - o selei.
- Então tá... Entra. - ele abriu mais espaço e eu entrei, cumprimentei todos e me sentei ao lado do Riker.
Rocky estava contando alguma piada que como eu cheguei no meio, não entendi, mas dei uma risadinha, por que o fim da piada foi engraçada.
Ele contou mais uma e Riker e Ross ficaram vermelhos de tanto rir, eu ri da risada do Riker e Lilly da minha, já que a piada meio que foi interna, só para os três rirem.
- Você entendeu alguma coisa Niina? - Rocky perguntou com a sobrancelha arqueada.
- Não... Mas eu ri da risada do Riker. - ele fez bico. - É engraçada Riker. - beijei sua bochecha mas ele continuou com bico. - Larga de ser chato. - bati na sua perna.
Eles continuaram contando piadas ou contando fatos constrangedores uns dos outros, até o pai deles, Mark, entrou na onda, foi engraçado, mas Riker ainda ficou com aquele bico dele.
- Quem faz bico pede beijo em? - eu disse me levantando, sua mãe havia nos chamado.
- E quem disse que eu não quero?
Dei um selinho nele o puxei do sofá.
- Isso não é um beijo. - ele me puxou pela cintura.
- Seus pais estão aqui, mais respeito Riker!
- Obrigada Niina querida. - tomei um susto com a senhora Stormie. - Vamos jantar crianças.
- Vamos. - puxei Riker pela mão até a sala de jantar.
A senhora Stormie fez lasanha, estava uma delicia.
Depois voltamos para a sala e os meninos continuaram a piada, meu Deus, é piada que não acaba mais.
- Você disse que tinha que falar comigo... Pode ser agora? - Riker perguntou baixinho.
- Ok... - ele me puxou para as escadas.
- USEM CAMISINHA! - alguém gritou, eu quase morri de vergonha.
- Ok... Qual é a bomba? - ele perguntou tranquilo se jogando na cama.
- Quase fui estuprada pelo meu ex padrasto!
- QUE? - ele levantou rapidamente.
- É... Lembra daquela história e tal? Ele apareceu hoje lá, a minha sorte foi que a Rydel estava indo pra lá.
- Ela falou que estava indo te ver, mas eu fui comprar uns negócios para minha guitarra.
- Então... Ai Ross tirou ele de cima de mim e Rydel ligou pra polícia, agora tá tudo bem... - dei de ombros.
- Não está não Niina! Por que não me ligou?
- Desculpa... Eu fiquei a tarde toda meio aérea, e to te contando agora!
Ele só me abraçou, segurei as lágrimas, eu só queria esquecer aquilo, não queria ter que contar pra Lilly, pra Maluh, pro meu pai, pra minha mãe... Queria esquecer, simplesmente!
Fiquei abraçada com Riker até sentir à vontade de chorar ir embora, não agüento mais chorar! Sempre fui assim!
- Não importa, ele já está preso... Isso não vai mais acontecer... - sorri me soltando dele.
- Espero mesmo! - ele beijou minha cabeça. - Quer ficar aqui ou descer?
- Quero ir pra casa, eu to com cólica, e tá ficando frio.
- É... - ele coçou a nuca. - An... Amanhã vocês tem escola?
- Temos... Por que?
- An... Nada... Vem eu te levo.
- Fala logo Riker!
- Esquece... Vamos...
- Não saio daqui enquanto você não me falar.
Me joguei em sua cama.
- Vamos Niina. - ele me puxou, coloquei todo o peso em mim, fazendo força para ele não me puxar. - Eu não vou te puxar, vou acabar te machucando.
- Não saio daqui, vou dormir aqui! Se você não falar! - tirei minhas Uggs e me deitei de novo.
- Que droga, vamos!
- Não! - tirei meu casaco e o moletom, jogando os mesmos no chão, fiquei só de jeans e regata.
- Eu não vou falar. - ele cruzou os braços.
- Então eu vou dormir, boa noite! - puxei os cobertores e ouvi sua risada.
- Você quer mesmo dormir aqui?
- Ué... Você não quer me falar o que você queria, então vou ficar aqui até você me falar.
- Então nunca vou falar...
- Af, ok, boa noite. - o puxei pelo braço, o selando.
- Dorme aqui comigo? - ele perguntou se separando de mim.
Ri, que bobinho.
- E a Lilly? Não posso deixá-lo sozinha lá em casa, é grande demais pra ela.
- Então... - ele sorriu desconfortável.
- Outro dia... Ou você... - corri os olhos pelo quarto. - Ou você quer dormir lá em casa...?
- An...
- Aceita logo e vamos acabar com isso, parece que somos um casal muito estranho.
- É... - ele riu. - Então... Sua mãe não tá lá?
- Não, ela vai dormir no escritório...
- An... Melhor não, outro dia tá?
- Tá... - eu disse sem entender. - Já vou indo.
- Quer que eu te leve?
- Pode ser.
Coloquei minha roupa e descemos.
- Já vou indo pessoal, tchau. - me despedi de todos e Riker me levou até minha casa. - Não é perigoso você ir sozinho pra casa? Dorme aqui!
- Não Niih...
- Niih? Gostei! - sorri.
- Que bom...
- Mas por que não?
- Não conheço sua mãe, vai que amanhã ela me vê!? Não vai dar certo...
- Ok... Cuidado.
- Tentarei não ser estuprado ou sequestrado!
- Nem brinca! Sabia que agora têm até mulher estuprando homem?
Rimos.
Eu o puxei e o beijei, senti naquele beijo que nosso fim estava próximo, ele estava ali fisicamente, mas pensando em outra coisa.
- Riker?
- Que?
- Tchau... Boa noite... E se você tiver algo pra me falar...
- Não hoje Niina... Tchau! - ele beijou minha bochecha.
Ok, ele está evitando me beijar, ou seja, ele vai terminar comigo.
Logo Lilly chegou, tranquei a porta e subimos.
- Niina, eu não agüento mais, eu vou falar pro Riker que eu amo ele! Porra!
- Meu Deus! Calminha ai! Ele ainda é meu namorado ok? Eu vou terminar com ele!
- QUE? Por que?
- Por que ele também te ama... Não quero ficar no meio disso!
- Tá, tá... - ela revirou os olhos. - Boa noite feia.
- Boa noite vadia.
Fechei a porta do meu quarto e me joguei na minha cama, só levantei pra me trocar.
Quando fechei os olhos, o meu quase estupro invadiu meus pensamentos, imagens dos olhares de luxúria do Jake me perturbavam, aquele não é o Jake que eu conhecia, ele não é assim...
Dormi pensando nisso... Quando eu tinha oito anos, ele buscava eu e Lilly na escola, ele sempre foi um bom padrasto, apesar de nunca ser melhor que meu pai...

Nenhum comentário:
Postar um comentário